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Na quinta-feira, 23, autoridades se reuniram em Brasília para apresentar aos parlamentares as melhores práticas de Sistema de Gerenciamento de Risco de Fadiga (SGRF) em mercados como o americano e o europeu. O encontro foi realizado pela Associação Internacional do Transporte Aéreo (da sigla em inglês Iata) em parceria com a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear).

O sistema consiste em uma coleta de dados e informações dos pilotos que, cruzadas com a malha de voos, garante a escala mais eficaz possível, levando em consideração aspectos de segurança operacional, fadiga e produtividade, tanto do tripulante quanto da malha. “Precisamos nos adaptar ao dinamismo do setor, visando oferecer benefícios para o consumidor, com uma aviação mais segura e mais acessível”, disse o diretor da Iata no Brasil, Carlos Ebner.

Participaram do evento especialistas em jornalista de trabalho dos aeronautas da Aviação e Navegação Aérea da Organização da Aviação Civil Internacional (da sigla em inglês Icao), Autoridade de Aviação Civil do Reino Unido (CAA, na sigla em inglês), Delta Air Lines, Segurança, Operações de Voo, Treinamento e qualificação da Iata, além da deputada federal Clarissa Garotinho (PR-RJ), do presidente da Comissão de Viação e Transportes da Câmara, do presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Marcelo Guaranys, representantes da Secretaria de Aviação Civil (SAC), do Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA) e executivos das associadas à Abear (Avianca, Azul, Gol e Tam).

 

 

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