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Impulsionada pelo aumento da demanda por qualificação profissional em aviação na América Latina, incluindo o Brasil, a norte-americana Embry-Riddle Aeronautical University anuncia a reabertura do seu escritório no País.

A universidade, considerada a maior instituição educacional em aviação no mundo, já mantém parcerias com escolas no Brasil, como o curso Fatores Humanos em Aviação, ministrado na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS).

De volta ao Brasil, a entidade será responsável por validar as informações do Anuário Brasileiro de Capacitação Técnica da Aeronáutica e pela preparação do projeto da primeira Universidade do Ar em conjunto com a C-FLY Aviation.

De acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), o País assistiu um crescimento de 194% na demanda interna e mesmo com a crise econômica, a previsão é de que o Brasil se torne em 2017, a terceira maior malha aérea do planeta.

“Nós queremos fazer parte do apoio chave para treinamento e educação para os 600 mil novos profissionais que este setor líder irá precisar”, explica o presidente da Embry-Riddle, Doutor John Watret.

A abertura do escritório na capital paulista deve acontecer nos próximos meses após um hiato de 70 anos.

 

 

Comentários

Almir Martins disse:

Não caiam nessa, não tem vantagem nenhuma você ter curso de ciencias aeronauticas nessas faculdades ou fazer o curso normal em qualquer aeroclube no Brasil. Voce vai gastar uma fortuna achando que esta sendo qualificado com algum diferencial, quando for competir por alguma vaga em qualquer lugar esse curso não te trará nenhuma vantagem pois o pessoal formado em aeroclube vão competir de igual para igual. É so um embuste para te tirar o dinheiro. Talvez no Estados Unidos realmente esse curso faça diferença na aviaçao de de la, aqui no Brasil de jeito nenhum.

31/08/2015 - 08:25:45

Reginaldo Teixeira disse:

No meu comentário anterior acredito que faltou incluir na visão e prposta o envolvimento das grandes entidades acadêmicas do país no pensar o transporte aéreo. Foi um setor fechado durante um grande período, mas pensar sem ampliar horizontes e limitar as possibilidades, quiça questionar os princípios viventes, já estariamos desembarcando em outros destinos.

29/08/2015 - 01:52:50

Reginaldo Teixeira disse:

Acredito que iniciativas neste campo só serão exitosas se o Brasil repensar a indústria como um todo. Especialmente o marco regulatório não mudou uma vírgula e mais do que nunca hoje, a indústria prática uma realidade completamente distante do regulado, buscando mercado. Os profissionais, entidades representativas e de classe, quase a deriva e basicamente forma-se e desnvolve-se mão de obra cara para outros mercados. Precisamos unir este pontos numa grande discussão nacional sobre transporte aéreo e firmemente definir o cenário futuro para a indústria e valorizar o esforço, capital e dedicação de empresas, profissionais e valor do transporte para o desenvolvimento de nossa sociedade.

29/08/2015 - 01:44:26

Arthur Ramos disse:

Interessante, porque meu pai é piloto de linha aérea e disse que o Brasil pode sim exportar mão de obra para Ásia, África e Oriente Médio uma vez que o mercado brasileiro de aviação, assim como a economia está em recessão.


28/08/2015 - 13:56:19

Vitor Alves disse:

Muito bom! Vai melhorar o nível da capacitação da aviação brasileira!

28/08/2015 - 11:34:52

silas joao disse:

muito
bom para o pais

27/08/2015 - 14:32:23

 

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