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No dia 18 de março termina o mandado do presidente da Anac, Marcelo Guaranys e, pelo o que tudo indica, o órgão ficará com uma lacuna em sua diretoria. Além de Guaranys, o diretor Cláudio Passos também está de saída. Caso a presidente Dilma Rousseff não indique um substituto até a data, o órgão não terá quórum para decidir questões importantes, pois é necessário o mínimo de três diretores na ativa para o colégio deliberar.
De acordo com a Folha de S. Paulo, Guaranys compartilhou com o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, a preocupação sobre o vácuo na Anac. “Nas Olimpíadas há uma demanda grande de coordenação, é importante ter diretores comprometidos com o trabalho”, afirmou o presidente. Guaranys é funcionário de carreira do Tesouro Nacional e, caso não seja reconduzido ao cargo e presidente da Anac, voltará ao quadro do Ministério da Fazendo.

CONCESSÕES

A Anac está aguardando aprovação de estudos para o edital de concessão de quatro aeroportos (Fortaleza, Florianópolis, Porto alegre e Salvador) ainda no primeiro semestre de 2016, e “será preciso ter quórum para fazer todo o procedimento”, disse Guaranys, que acredita que a atual crise política não deve afastar investidores, já que são negócios projetados para 30 anos.

 

 

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