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A frota da Airbus mais do que dobrará nos próximos 20 anos, de acordo com a mais recente Global Market Forecast (GMF), divulgada pela empresa. Isso porque a América Latina precisará de 2.540 novas aeronaves de passageiros e carga neste período, para atender ao crescimento de longo prazo na região.

A demanda inclui 1.990 aviões de um corredor e 550 de fuselagem larga, como o A330, o A3350 XWB e o A380, no valor estimado de US$ 330 bilhões, o que significa que a frota de aviões de passageiros e cargas operados pelas companhias aéreas da região chegará a quase três mil aeronaves nos próximos 20 anos.

Atualmente, 53% por cento da frota em serviço na América Latina é de aviões Airbus, operados pelas principais companhias aéreas da região. Isso inclui o primeiro A350 XWB das Américas, entregue ao Grupo Latam Airlines no último mês de janeiro e operado pela Tam.

“A expansão das rotas de longo alcance na América Latina é iminente e já vemos as companhias aéreas reagirem a isso ao optar por aeronaves maiores, com maior alcance e mais eficiência, como o A350 XWB e o A380, que começaram a operar na região nesse ano. Também estamos vendo as principais companhias da região modernizarem suas frotas com a família A320neo, o que as permite atingir ganhos de eficiência mesmo em um ambiente econômico não exatamente favorável”, afirma o presidente da Airbus para América Latina e Caribe, Rafael Alonso.

Atualmente, o mercado de longo alcance apresenta uma oportunidade sólida para companhias aéreas latino-americanas retomarem sua participação. Hoje, as principais operadoras europeias e norte-americanas transportam a maior parte do tráfego de longo alcance de e para a região, com 80% 75%, respectivamente. Segundo a GMF, os fluxos de tráfego internacional entre América do Sul e Europa Ocidental e entre América do Sul e Estados Unidos deverão estar entre os maiores no mundo até 2034.

 

 

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