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Os profissionais e amantes de transporte aéreo que afivelem os cintos e se preparem. Em pouco menos de um ano o Brasil deve receber uma espécie de Salão da Aviação, o International Brazil Air Show (Ibas), que nasceu após provocação do órgão norte-americano Federal Aviation Administration (FAA). O anfitrião deve ser o Aeroporto Internacional Tom Jobim, o Galeão, no Rio de Janeiro, entre os dias 29 de março e 2 de abril de 2017. Responsável pelo evento, o Grupo Sator estima receber 100 mil pessoas entre compradores, expositores e público final.

Segundo a diretora executiva do Sator, Paula Faria (foto abaixo), o evento terá três pilares: aviação civil comercial e executiva, aviação militar e infraestrutura e administração aeroportuária. De acordo com ela, é o primeiro evento desta natureza que o Brasil recebe neste século. “Há o registro de uma feira assim em 1973, mas nada muito atual. Temos a Labace, que é focada apenas em aviação executiva, portanto, de certa maneira, a Ibas é inédita”, aponta Paula. “Embraer, Airbus, Boeing, Bombardier e outras fabricantes estão praticamente confirmadas em expor seus produtos no evento, tal como outros grandes nomes do setor de infraestrutura aeroportuária e tudo o que envolve o produto de aviação. São 50 expositores já fechados conosco. Os compradores serão as companhias aéreas e outros players do setor.”
A ideia da organização é abrir os três primeiros dias para negócios e o final de semana para o público geral. Seminários e rodadas de negócios estão programados para a primeira parte, enquanto festivais de demonstrações aéreas, simuladores de voos e outras atrações estão sendo negociadas para agradar o visitante não tão técnico assim. “Estamos desenvolvendo com a Iata uma série de atividades para atrair presidentes e executivos das companhias aéreas do mundo todo”, revela Paula.

A diretora compara a International Brazil Air Show com feiras do Exterior como Le Bourget, da França, Singapure Air Show, de Singapura, Dubai Air Show, de Dubai, entre outras. Uma das possíveis novidades é a presença do A380, que está sendo negociada, segundo Paula. “As coisas mudam muito rapidamente no mundo da aviação e da tecnologia, portanto é difícil prometer produtos inéditos agora. Quem sabe mais para frente.”

 

 

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