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A Easyjet foi multada ontem em 60 mil euros pelo tribunal de Baiona, na França, por ter se recusado a embarcar um cadeirante, alegando ter agido de tal forma por “questões de segurança”. O caso aconteceu em Biarritz (França) em julho de 2010 e envolveu o passageiro Joseph Etcheveste, de 55 anos, que foi proibido de embarcar porque estava desacompanhado.

“A Easyjet recusou o embarque dele alegando que isso acarretaria problemas de segurança, mas até hoje a companhia não soube explicar quais seriam esses problemas”, relata a advogada do passageiro, Anne-Marie Mendiboure.

A aérea se defende afirmando que apenas cumpriu normas internas. Etcheveste perdeu parte dos movimentos em 1987, quando foi baleado na coluna pela polícia francesa, que o associou ao ex-líder separatista basco Philippe Bidart.

Em dezembro de 2015 a Easyjet já havia sido multada em 70 mil euros pelo mesmo motivo, já que proibiu o embarque de três passageiros com deficiência, alegando que isso acarretaria, também, problemas de segurança

 

 

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